Autoapresentação - Enrico
1- elencar e comentar habilidades básicas e
experiências em artes ( canto, dança, pintura, direção, instrumentos musicais,
etc)
Comecei a estudar teatro aos
12 anos. Fiz oficinas com a Adriana Lodi e Márcia Leão até os meus 17 anos. Depois
disso, entrei na UnB.
Na área de música comecei no
violão, fiz 3 meses de aula e depois comecei a estudar sozinho. Depois do
violão aprendi guitarra e baixo. Atualmente estou aprendendo pandeiro e gaita,
tudo pela internet.
2- elencar e comentar tradições artísticas
com as quais têm experiência ( teatro de animação, circo, palhaço, etc)
Experiências
com teatro, música, dublagem e produções audiovisuais. Formei em Produção
audiovisual pelo UniCeub. Trabalhei como cinegrafista nos anos de 2014 e 2015
nas produtoras MR2 e ZION Multimídia. Gravei vídeos de eventos de esportes
radicais e dança, curtas-metragens e videoclipes. Assim, fiz workshops de
atuação para câmera e trabalhei como ator em diferentes curtas e dois
videoclipes.
3-
-
Elencar outras habilidades não relacionadas diretamente com seu trabalho de
ator (computadores, vídeo, línguas etc)
Como
havia citado na questão anterior, trabalhei como cinegrafista por dois anos.
Fiz
seis anos de inglês pela Cooplem idiomas e tirei meu FCE pela Universidade de Cambridge.
Este ano comecei os estudos de italiano.
4- elencar e comentar textos teatrais que
você gostou e quais as razões.
Campeões
do Mundo – Dias Gomes.
Não
me apaixonei apenas pelo texto, mas por todo o contexto histórico e coragem de fazer
um texto em pleno período de ditadura. Personagens fortes e muito bem
elaborados pela parte da escrita. Sem contar que retrata um momento difícil do
Brasil, onde as pessoas buscavam expressar, através da arte, a indignação que o
povo sentia. Escrever, dirigir, atuar e ter participação em qualquer área das
montagens desta peça naquela época, que muitas vezes foi censurada, não deve
ter sido um trabalho fácil.
5-
elencar
e comentar textos dissertativos (teorias, críticas, filosofia, história, etc)
que você, gostou e quais as razões disso.
“Cibercultura” e “Inteligência
Coletiva” de Pierre Lévy.
Pierre Lévy estuda como o
desenvolvimento da interatividade e da hiper-interatividade, através dos meios de
comunicação, atingem e influenciam cada geração desde os anos de 1980.
As pessoas que nasceram a
partir do desenvolvimento democrático da internet, ou seja, anos 1990, fazem
parte da Geração Net. Uma
característica muito forte do que atrai os jovens desta geração é a necessidade
de se comunicar e obter conhecimentos de maneira imediata.
No tcc que escrevi para o
curso de Produção Audiovisual, falei sobre os YouTubers, que são pessoas que
trabalham e ganham sua vida produzindo materiais interativos através de vídeos
que serão publicados no site YouTube.
Para escrever sobre o devido
assunto, estudei sobre o desenvolvimento dos meios de comunicação desde a
origem do cinema, e dentro de todos os livros, matérias e teses, Pierre Lévy
foi o escritor que mais me enriqueceu.
6-
comentar
um espetáculo que você gostou e quais as razões disso. O que te fez ter gostado
desse espetáculo.
“Pra dar um fim no juízo de
deus” – Zé Celso.
Além de ser uma figura, por
mim, épica. Ele trabalhou com o audiovisual em uma peça performática. O teatro
performance tem um campo tão imenso de possibilidades que me atrai sempre que
vejo algo relacionado, ainda mais quando utiliza a linguagem audiovisual e
muitos simbolismos.
7-Comentar um espetáculo do qual você
participou. Informar o que você fez no espetáculo e falar dessa experiência.
“Pé
no chão” – Curta-metragem escrito por Tui Segall e dirigido por Rômulo Maia.
Trabalhei
como ator e cinegrafista durante 5 dias em Córrego Rico – Goiás. Foi uma
experiência muito enriquecedora porque tive que trabalhar em dobro. Manter o
personagem fresco na cabeça enquanto gravava as cenas em que eu não aparecia e
depois voltar a atuar. Tudo em um ritmo frenético e estressante de gravações ao
ar livre. Corremos contra o tempo.
8
- Qual
é teu projeto de diplomação dos sonhos, o que você gostaria de fazer na sua
formatura.
Filme,
com certeza. Mas não utilizando as técnicas de atuação para câmera, mas um
filme com a estética do teatro no cinema ou para o cinema. Como Peter Brook já
chegou a fazer.
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